O que a má respiração noturna da criança tem a ver com o TDAH?

Antes de medicar, é preciso investigar: a otorrinolaringologista Dra. Loyane Brozon explica por que crianças que não respiram bem à noite apresentam comportamento semelhante de hiperatividade e falta de foco durante o dia

O que a má respiração noturna da criança tem a ver com o TDAH?

A dificuldade de concentração, a agitação excessiva e o baixo rendimento escolar costumam acender um alerta imediato para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). No entanto, nem sempre a origem do problema está em um transtorno neurológico. Em muitos casos, o que compromete o comportamento e o desempenho da criança durante o dia começa durante a noite, com uma respiração inadequada e um sono de má qualidade.

Quadros como adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono podem impedir que a criança tenha um descanso à noite. Quando isso acontece, o organismo passa a responder com sinais que facilmente podem ser confundidos com TDAH, como irritabilidade, hiperatividade, sonolência diurna, dificuldade de aprendizado, alterações de humor e falta de foco nas atividades escolares. 

Adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono estão entre as principais causas. Quando a criança não consegue respirar adequadamente durante o sono, o impacto aparece durante o dia em forma de sonolência, irritabilidade, hiperatividade compensatória, dificuldade de aprendizado e queda no desempenho escolar.

Para a otorrinolaringologista Dra. Loyane Bronzon, especialista em saúde respiratória infantil, esse tipo de confusão é mais comum do que parece e reforça a importância de uma investigação mais ampla. “Muitas crianças chegam ao consultório com suspeita de TDAH, mas quando avaliamos melhor, encontramos um quadro importante de obstrução respiratória durante o sono. A criança não dorme bem, não oxigena adequadamente e isso afeta diretamente comportamento, atenção, memória e rendimento escolar”, explica.

Segundo a médica, o ronco infantil ainda é um dos sinais mais negligenciados pelas famílias. Muitas vezes tratado como algo normal, ele pode ser um indicativo importante de que a passagem de ar está comprometida. Além do ronco, sinais como respiração pela boca, pausas respiratórias durante o sono, sono agitado, suor excessivo à noite e dificuldade para acordar pela manhã também merecem atenção, especialmente quando acompanhados de mudanças no comportamento.

A especialista explica que, quando a criança não consegue respirar corretamente durante o sono, o cérebro não recebe o descanso necessário para manter funções como atenção, memória e regulação emocional. Como consequência, o cansaço acumulado pode se manifestar em forma de agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, criando um quadro que, à primeira vista, se assemelha ao TDAH.

A avaliação otorrinolaringológica permite identificar obstruções nas vias aéreas, alterações nas amígdalas, hipertrofia de adenóide e sinais de apneia obstrutiva do sono. A partir disso, o tratamento pode envolver controle de rinite, acompanhamento clínico e, em alguns casos, indicação cirúrgica. Quando a causa respiratória é tratada corretamente, a melhora costuma ser percebida não apenas no sono, mas também no comportamento, na disposição e na qualidade de vida da criança.

“Quando a criança volta a dormir bem, ela passa a ter mais energia, mais estabilidade emocional e melhor desempenho durante o dia. Muitas vezes, o que parecia desatenção era apenas cansaço acumulado”, ressalta a médica.

Saiba mais sobre o trabalho da Dra. Loyane Bronzon: https://acesse.one/wkibdmw

Fonte: Dra. Loyane Bronzon — Médica Otorrinolaringologista | Especialista em ronco, apneia do sono e otorrinolaringologia infantil

A dificuldade de concentração, a agitação excessiva e o baixo rendimento escolar costumam acender um alerta imediato para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). No entanto, nem sempre a origem do problema está em um transtorno neurológico. Em muitos casos, o que compromete o comportamento e o desempenho da criança durante o dia começa durante a noite, com uma respiração inadequada e um sono de má qualidade.

Quadros como adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono podem impedir que a criança tenha um descanso à noite. Quando isso acontece, o organismo passa a responder com sinais que facilmente podem ser confundidos com TDAH, como irritabilidade, hiperatividade, sonolência diurna, dificuldade de aprendizado, alterações de humor e falta de foco nas atividades escolares. 

Adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono estão entre as principais causas. Quando a criança não consegue respirar adequadamente durante o sono, o impacto aparece durante o dia em forma de sonolência, irritabilidade, hiperatividade compensatória, dificuldade de aprendizado e queda no desempenho escolar.

Para a otorrinolaringologista Dra. Loyane Bronzon, especialista em saúde respiratória infantil, esse tipo de confusão é mais comum do que parece e reforça a importância de uma investigação mais ampla. “Muitas crianças chegam ao consultório com suspeita de TDAH, mas quando avaliamos melhor, encontramos um quadro importante de obstrução respiratória durante o sono. A criança não dorme bem, não oxigena adequadamente e isso afeta diretamente comportamento, atenção, memória e rendimento escolar”, explica.

Segundo a médica, o ronco infantil ainda é um dos sinais mais negligenciados pelas famílias. Muitas vezes tratado como algo normal, ele pode ser um indicativo importante de que a passagem de ar está comprometida. Além do ronco, sinais como respiração pela boca, pausas respiratórias durante o sono, sono agitado, suor excessivo à noite e dificuldade para acordar pela manhã também merecem atenção, especialmente quando acompanhados de mudanças no comportamento.

A especialista explica que, quando a criança não consegue respirar corretamente durante o sono, o cérebro não recebe o descanso necessário para manter funções como atenção, memória e regulação emocional. Como consequência, o cansaço acumulado pode se manifestar em forma de agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, criando um quadro que, à primeira vista, se assemelha ao TDAH.

A avaliação otorrinolaringológica permite identificar obstruções nas vias aéreas, alterações nas amígdalas, hipertrofia de adenóide e sinais de apneia obstrutiva do sono. A partir disso, o tratamento pode envolver controle de rinite, acompanhamento clínico e, em alguns casos, indicação cirúrgica. Quando a causa respiratória é tratada corretamente, a melhora costuma ser percebida não apenas no sono, mas também no comportamento, na disposição e na qualidade de vida da criança.

“Quando a criança volta a dormir bem, ela passa a ter mais energia, mais estabilidade emocional e melhor desempenho durante o dia. Muitas vezes, o que parecia desatenção era apenas cansaço acumulado”, ressalta a médica.

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Fonte: Dra. Loyane Bronzon — Médica Otorrinolaringologista | Especialista em ronco, apneia do sono e otorrinolaringologia infantil

A dificuldade de concentração, a agitação excessiva e o baixo rendimento escolar costumam acender um alerta imediato para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). No entanto, nem sempre a origem do problema está em um transtorno neurológico. Em muitos casos, o que compromete o comportamento e o desempenho da criança durante o dia começa durante a noite, com uma respiração inadequada e um sono de má qualidade.

Quadros como adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono podem impedir que a criança tenha um descanso à noite. Quando isso acontece, o organismo passa a responder com sinais que facilmente podem ser confundidos com TDAH, como irritabilidade, hiperatividade, sonolência diurna, dificuldade de aprendizado, alterações de humor e falta de foco nas atividades escolares. 

Adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono estão entre as principais causas. Quando a criança não consegue respirar adequadamente durante o sono, o impacto aparece durante o dia em forma de sonolência, irritabilidade, hiperatividade compensatória, dificuldade de aprendizado e queda no desempenho escolar.

Para a otorrinolaringologista Dra. Loyane Bronzon, especialista em saúde respiratória infantil, esse tipo de confusão é mais comum do que parece e reforça a importância de uma investigação mais ampla. “Muitas crianças chegam ao consultório com suspeita de TDAH, mas quando avaliamos melhor, encontramos um quadro importante de obstrução respiratória durante o sono. A criança não dorme bem, não oxigena adequadamente e isso afeta diretamente comportamento, atenção, memória e rendimento escolar”, explica.

Segundo a médica, o ronco infantil ainda é um dos sinais mais negligenciados pelas famílias. Muitas vezes tratado como algo normal, ele pode ser um indicativo importante de que a passagem de ar está comprometida. Além do ronco, sinais como respiração pela boca, pausas respiratórias durante o sono, sono agitado, suor excessivo à noite e dificuldade para acordar pela manhã também merecem atenção, especialmente quando acompanhados de mudanças no comportamento.

A especialista explica que, quando a criança não consegue respirar corretamente durante o sono, o cérebro não recebe o descanso necessário para manter funções como atenção, memória e regulação emocional. Como consequência, o cansaço acumulado pode se manifestar em forma de agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, criando um quadro que, à primeira vista, se assemelha ao TDAH.

A avaliação otorrinolaringológica permite identificar obstruções nas vias aéreas, alterações nas amígdalas, hipertrofia de adenóide e sinais de apneia obstrutiva do sono. A partir disso, o tratamento pode envolver controle de rinite, acompanhamento clínico e, em alguns casos, indicação cirúrgica. Quando a causa respiratória é tratada corretamente, a melhora costuma ser percebida não apenas no sono, mas também no comportamento, na disposição e na qualidade de vida da criança.

“Quando a criança volta a dormir bem, ela passa a ter mais energia, mais estabilidade emocional e melhor desempenho durante o dia. Muitas vezes, o que parecia desatenção era apenas cansaço acumulado”, ressalta a médica.

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Quadros como adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono podem impedir que a criança tenha um descanso à noite. Quando isso acontece, o organismo passa a responder com sinais que facilmente podem ser confundidos com TDAH, como irritabilidade, hiperatividade, sonolência diurna, dificuldade de aprendizado, alterações de humor e falta de foco nas atividades escolares. 

Adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono estão entre as principais causas. Quando a criança não consegue respirar adequadamente durante o sono, o impacto aparece durante o dia em forma de sonolência, irritabilidade, hiperatividade compensatória, dificuldade de aprendizado e queda no desempenho escolar.

Para a otorrinolaringologista Dra. Loyane Bronzon, especialista em saúde respiratória infantil, esse tipo de confusão é mais comum do que parece e reforça a importância de uma investigação mais ampla. “Muitas crianças chegam ao consultório com suspeita de TDAH, mas quando avaliamos melhor, encontramos um quadro importante de obstrução respiratória durante o sono. A criança não dorme bem, não oxigena adequadamente e isso afeta diretamente comportamento, atenção, memória e rendimento escolar”, explica.

Segundo a médica, o ronco infantil ainda é um dos sinais mais negligenciados pelas famílias. Muitas vezes tratado como algo normal, ele pode ser um indicativo importante de que a passagem de ar está comprometida. Além do ronco, sinais como respiração pela boca, pausas respiratórias durante o sono, sono agitado, suor excessivo à noite e dificuldade para acordar pela manhã também merecem atenção, especialmente quando acompanhados de mudanças no comportamento.

A especialista explica que, quando a criança não consegue respirar corretamente durante o sono, o cérebro não recebe o descanso necessário para manter funções como atenção, memória e regulação emocional. Como consequência, o cansaço acumulado pode se manifestar em forma de agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, criando um quadro que, à primeira vista, se assemelha ao TDAH.

A avaliação otorrinolaringológica permite identificar obstruções nas vias aéreas, alterações nas amígdalas, hipertrofia de adenóide e sinais de apneia obstrutiva do sono. A partir disso, o tratamento pode envolver controle de rinite, acompanhamento clínico e, em alguns casos, indicação cirúrgica. Quando a causa respiratória é tratada corretamente, a melhora costuma ser percebida não apenas no sono, mas também no comportamento, na disposição e na qualidade de vida da criança.

“Quando a criança volta a dormir bem, ela passa a ter mais energia, mais estabilidade emocional e melhor desempenho durante o dia. Muitas vezes, o que parecia desatenção era apenas cansaço acumulado”, ressalta a médica.

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Quadros como adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono podem impedir que a criança tenha um descanso à noite. Quando isso acontece, o organismo passa a responder com sinais que facilmente podem ser confundidos com TDAH, como irritabilidade, hiperatividade, sonolência diurna, dificuldade de aprendizado, alterações de humor e falta de foco nas atividades escolares. 

Adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono estão entre as principais causas. Quando a criança não consegue respirar adequadamente durante o sono, o impacto aparece durante o dia em forma de sonolência, irritabilidade, hiperatividade compensatória, dificuldade de aprendizado e queda no desempenho escolar.

Para a otorrinolaringologista Dra. Loyane Bronzon, especialista em saúde respiratória infantil, esse tipo de confusão é mais comum do que parece e reforça a importância de uma investigação mais ampla. “Muitas crianças chegam ao consultório com suspeita de TDAH, mas quando avaliamos melhor, encontramos um quadro importante de obstrução respiratória durante o sono. A criança não dorme bem, não oxigena adequadamente e isso afeta diretamente comportamento, atenção, memória e rendimento escolar”, explica.

Segundo a médica, o ronco infantil ainda é um dos sinais mais negligenciados pelas famílias. Muitas vezes tratado como algo normal, ele pode ser um indicativo importante de que a passagem de ar está comprometida. Além do ronco, sinais como respiração pela boca, pausas respiratórias durante o sono, sono agitado, suor excessivo à noite e dificuldade para acordar pela manhã também merecem atenção, especialmente quando acompanhados de mudanças no comportamento.

A especialista explica que, quando a criança não consegue respirar corretamente durante o sono, o cérebro não recebe o descanso necessário para manter funções como atenção, memória e regulação emocional. Como consequência, o cansaço acumulado pode se manifestar em forma de agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, criando um quadro que, à primeira vista, se assemelha ao TDAH.

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“Quando a criança volta a dormir bem, ela passa a ter mais energia, mais estabilidade emocional e melhor desempenho durante o dia. Muitas vezes, o que parecia desatenção era apenas cansaço acumulado”, ressalta a médica.

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Fonte: Dra. Loyane Bronzon — Médica Otorrinolaringologista | Especialista em ronco, apneia do sono e otorrinolaringologia infantil

A dificuldade de concentração, a agitação excessiva e o baixo rendimento escolar costumam acender um alerta imediato para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). No entanto, nem sempre a origem do problema está em um transtorno neurológico. Em muitos casos, o que compromete o comportamento e o desempenho da criança durante o dia começa durante a noite, com uma respiração inadequada e um sono de má qualidade.

Quadros como adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono podem impedir que a criança tenha um descanso à noite. Quando isso acontece, o organismo passa a responder com sinais que facilmente podem ser confundidos com TDAH, como irritabilidade, hiperatividade, sonolência diurna, dificuldade de aprendizado, alterações de humor e falta de foco nas atividades escolares. 

Adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono estão entre as principais causas. Quando a criança não consegue respirar adequadamente durante o sono, o impacto aparece durante o dia em forma de sonolência, irritabilidade, hiperatividade compensatória, dificuldade de aprendizado e queda no desempenho escolar.

Para a otorrinolaringologista Dra. Loyane Bronzon, especialista em saúde respiratória infantil, esse tipo de confusão é mais comum do que parece e reforça a importância de uma investigação mais ampla. “Muitas crianças chegam ao consultório com suspeita de TDAH, mas quando avaliamos melhor, encontramos um quadro importante de obstrução respiratória durante o sono. A criança não dorme bem, não oxigena adequadamente e isso afeta diretamente comportamento, atenção, memória e rendimento escolar”, explica.

Segundo a médica, o ronco infantil ainda é um dos sinais mais negligenciados pelas famílias. Muitas vezes tratado como algo normal, ele pode ser um indicativo importante de que a passagem de ar está comprometida. Além do ronco, sinais como respiração pela boca, pausas respiratórias durante o sono, sono agitado, suor excessivo à noite e dificuldade para acordar pela manhã também merecem atenção, especialmente quando acompanhados de mudanças no comportamento.

A especialista explica que, quando a criança não consegue respirar corretamente durante o sono, o cérebro não recebe o descanso necessário para manter funções como atenção, memória e regulação emocional. Como consequência, o cansaço acumulado pode se manifestar em forma de agitação, impulsividade e dificuldade de concentração, criando um quadro que, à primeira vista, se assemelha ao TDAH.

A avaliação otorrinolaringológica permite identificar obstruções nas vias aéreas, alterações nas amígdalas, hipertrofia de adenóide e sinais de apneia obstrutiva do sono. A partir disso, o tratamento pode envolver controle de rinite, acompanhamento clínico e, em alguns casos, indicação cirúrgica. Quando a causa respiratória é tratada corretamente, a melhora costuma ser percebida não apenas no sono, mas também no comportamento, na disposição e na qualidade de vida da criança.

“Quando a criança volta a dormir bem, ela passa a ter mais energia, mais estabilidade emocional e melhor desempenho durante o dia. Muitas vezes, o que parecia desatenção era apenas cansaço acumulado”, ressalta a médica.

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Fonte: Dra. Loyane Bronzon — Médica Otorrinolaringologista | Especialista em ronco, apneia do sono e otorrinolaringologia infantil

A dificuldade de concentração, a agitação excessiva e o baixo rendimento escolar costumam acender um alerta imediato para o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). No entanto, nem sempre a origem do problema está em um transtorno neurológico. Em muitos casos, o que compromete o comportamento e o desempenho da criança durante o dia começa durante a noite, com uma respiração inadequada e um sono de má qualidade.

Quadros como adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono podem impedir que a criança tenha um descanso à noite. Quando isso acontece, o organismo passa a responder com sinais que facilmente podem ser confundidos com TDAH, como irritabilidade, hiperatividade, sonolência diurna, dificuldade de aprendizado, alterações de humor e falta de foco nas atividades escolares. 

Adenóide aumentada, amígdalas hipertrofiadas, obstrução nasal crônica, ronco frequente e episódios de apneia do sono estão entre as principais causas. Quando a criança não consegue respirar adequadamente durante o sono, o impacto aparece durante o dia em forma de sonolência, irritabilidade, hiperatividade compensatória, dificuldade de aprendizado e queda no desempenho escolar.

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Segundo a médica, o ronco infantil ainda é um dos sinais mais negligenciados pelas famílias. Muitas vezes tratado como algo normal, ele pode ser um indicativo importante de que a passagem de ar está comprometida. Além do ronco, sinais como respiração pela boca, pausas respiratórias durante o sono, sono agitado, suor excessivo à noite e dificuldade para acordar pela manhã também merecem atenção, especialmente quando acompanhados de mudanças no comportamento.

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