Como a bioengenharia 3D está deixando as cicatrizes definitivas no passado da medicina.

Saiba mais sobre o avanço das biotintas que mimetizam a pele humana e entenda o pq essa inovação tecnológica é a nova fronteira para tratar desde queimaduras graves até as sequelas estéticas de cirurgias oncológicas

Como a bioengenharia 3D está deixando as cicatrizes definitivas no passado da medicina.

O avanço da medicina regenerativa acaba de romper uma barreira histórica com a consolidação da bioimpressão 3D de tecidos vivos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 11 milhões de pessoas sofrem queimaduras graves anualmente no mundo, e a grande maioria carrega as marcas físicas e emocionais de uma cicatrização ineficiente. A grande virada agora está no desenvolvimento de biotintas que misturam células do próprio paciente com colágeno, criando uma estrutura que não apenas cobre o ferimento, mas se integra ao corpo de forma natural, devolvendo a elasticidade e a sensibilidade que os métodos antigos não conseguiam resgatar.

Essa inovação representa o fim daquela escolha difícil que o paciente tinha que fazer entre se curar ou manter uma aparência preservada. O especialista explica que a bioengenharia atual consegue copiar a complexidade das camadas da pele com uma precisão microscópica, algo que nenhum material sintético foi capaz de fazer até hoje. "Estamos saindo da era dos 'remendos' para entrar na fase da reconstrução celular autêntica. O corpo entende que aquele novo tecido é dele mesmo, o que acaba com o risco de rejeição e deixa a cicatriz praticamente no passado", pontua o dermatologista Fábio Gontijo.

A aplicação prática dessa nova fronteira é gigante, indo do socorro a grandes queimados até o refinamento visual após a retirada de tumores em cirurgias oncológicas. Diferente daquelas cicatrizes grossas e endurecidas que costumam aparecer depois de traumas profundos, o tecido feito em impressoras 3D respeita o desenho original da pele. Na visão do médico, conseguir imprimir camadas sob medida para o tamanho exato da lesão muda completamente o estado emocional de quem precisa passar por procedimentos invasivos.

O segredo por trás dessa revolução é o uso de moldes biocompatíveis que guiam o crescimento das células exatamente onde o corpo precisa. O especialista reforça que o foco principal não é apenas fechar uma ferida, mas devolver a autoestima de quem convive com estigmas na pele. "A medicina finalmente entendeu que a pele é um órgão vivo e cheio de nuances. Ao replicar essa biologia em laboratório, conseguimos transformar o que seria uma marca eterna em uma memória quase invisível aos olhos", afirma.

Mesmo que essa tecnologia ainda esteja ganhando corpo nos centros de saúde mais avançados, o impacto no dia a dia da recuperação dermatológica já começou. A mudança de uma medicina que apenas reage ao dano para uma que planeja a regeneração total coloca o tratamento de pele em um patamar muito mais humano. O especialista acredita que, em pouco tempo, o uso dessas biotintas será o caminho natural para qualquer cirurgia que exija um resultado impecável.

Ao unir a biologia com a tecnologia de ponta, a dermatologia moderna entrega esperança onde antes só existia a aceitação de uma marca indesejada. Com o aperfeiçoamento desses materiais, o termo defeito permanente está virando coisa do passado. Para Fábio Gontijo, o maior ganho desse progresso é a liberdade do paciente: "Ver uma pele se recuperar sem aquelas travas de uma cicatriz rígida é a prova de que a tecnologia, enfim, aprendeu a trabalhar do jeito que a natureza faz".

Acompanhe o trabalho do Dr. Fábio Gontijo no Instagram: @dr.fabio.gontijo

Fonte: Dr. Fábio Gontijo — Dermatologista 

O avanço da medicina regenerativa acaba de romper uma barreira histórica com a consolidação da bioimpressão 3D de tecidos vivos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 11 milhões de pessoas sofrem queimaduras graves anualmente no mundo, e a grande maioria carrega as marcas físicas e emocionais de uma cicatrização ineficiente. A grande virada agora está no desenvolvimento de biotintas que misturam células do próprio paciente com colágeno, criando uma estrutura que não apenas cobre o ferimento, mas se integra ao corpo de forma natural, devolvendo a elasticidade e a sensibilidade que os métodos antigos não conseguiam resgatar.

Essa inovação representa o fim daquela escolha difícil que o paciente tinha que fazer entre se curar ou manter uma aparência preservada. O especialista explica que a bioengenharia atual consegue copiar a complexidade das camadas da pele com uma precisão microscópica, algo que nenhum material sintético foi capaz de fazer até hoje. "Estamos saindo da era dos 'remendos' para entrar na fase da reconstrução celular autêntica. O corpo entende que aquele novo tecido é dele mesmo, o que acaba com o risco de rejeição e deixa a cicatriz praticamente no passado", pontua o dermatologista Fábio Gontijo.

A aplicação prática dessa nova fronteira é gigante, indo do socorro a grandes queimados até o refinamento visual após a retirada de tumores em cirurgias oncológicas. Diferente daquelas cicatrizes grossas e endurecidas que costumam aparecer depois de traumas profundos, o tecido feito em impressoras 3D respeita o desenho original da pele. Na visão do médico, conseguir imprimir camadas sob medida para o tamanho exato da lesão muda completamente o estado emocional de quem precisa passar por procedimentos invasivos.

O segredo por trás dessa revolução é o uso de moldes biocompatíveis que guiam o crescimento das células exatamente onde o corpo precisa. O especialista reforça que o foco principal não é apenas fechar uma ferida, mas devolver a autoestima de quem convive com estigmas na pele. "A medicina finalmente entendeu que a pele é um órgão vivo e cheio de nuances. Ao replicar essa biologia em laboratório, conseguimos transformar o que seria uma marca eterna em uma memória quase invisível aos olhos", afirma.

Mesmo que essa tecnologia ainda esteja ganhando corpo nos centros de saúde mais avançados, o impacto no dia a dia da recuperação dermatológica já começou. A mudança de uma medicina que apenas reage ao dano para uma que planeja a regeneração total coloca o tratamento de pele em um patamar muito mais humano. O especialista acredita que, em pouco tempo, o uso dessas biotintas será o caminho natural para qualquer cirurgia que exija um resultado impecável.

Ao unir a biologia com a tecnologia de ponta, a dermatologia moderna entrega esperança onde antes só existia a aceitação de uma marca indesejada. Com o aperfeiçoamento desses materiais, o termo defeito permanente está virando coisa do passado. Para Fábio Gontijo, o maior ganho desse progresso é a liberdade do paciente: "Ver uma pele se recuperar sem aquelas travas de uma cicatriz rígida é a prova de que a tecnologia, enfim, aprendeu a trabalhar do jeito que a natureza faz".

Acompanhe o trabalho do Dr. Fábio Gontijo no Instagram: @dr.fabio.gontijo

Fonte: Dr. Fábio Gontijo — Dermatologista 

O avanço da medicina regenerativa acaba de romper uma barreira histórica com a consolidação da bioimpressão 3D de tecidos vivos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 11 milhões de pessoas sofrem queimaduras graves anualmente no mundo, e a grande maioria carrega as marcas físicas e emocionais de uma cicatrização ineficiente. A grande virada agora está no desenvolvimento de biotintas que misturam células do próprio paciente com colágeno, criando uma estrutura que não apenas cobre o ferimento, mas se integra ao corpo de forma natural, devolvendo a elasticidade e a sensibilidade que os métodos antigos não conseguiam resgatar.

Essa inovação representa o fim daquela escolha difícil que o paciente tinha que fazer entre se curar ou manter uma aparência preservada. O especialista explica que a bioengenharia atual consegue copiar a complexidade das camadas da pele com uma precisão microscópica, algo que nenhum material sintético foi capaz de fazer até hoje. "Estamos saindo da era dos 'remendos' para entrar na fase da reconstrução celular autêntica. O corpo entende que aquele novo tecido é dele mesmo, o que acaba com o risco de rejeição e deixa a cicatriz praticamente no passado", pontua o dermatologista Fábio Gontijo.

A aplicação prática dessa nova fronteira é gigante, indo do socorro a grandes queimados até o refinamento visual após a retirada de tumores em cirurgias oncológicas. Diferente daquelas cicatrizes grossas e endurecidas que costumam aparecer depois de traumas profundos, o tecido feito em impressoras 3D respeita o desenho original da pele. Na visão do médico, conseguir imprimir camadas sob medida para o tamanho exato da lesão muda completamente o estado emocional de quem precisa passar por procedimentos invasivos.

O segredo por trás dessa revolução é o uso de moldes biocompatíveis que guiam o crescimento das células exatamente onde o corpo precisa. O especialista reforça que o foco principal não é apenas fechar uma ferida, mas devolver a autoestima de quem convive com estigmas na pele. "A medicina finalmente entendeu que a pele é um órgão vivo e cheio de nuances. Ao replicar essa biologia em laboratório, conseguimos transformar o que seria uma marca eterna em uma memória quase invisível aos olhos", afirma.

Mesmo que essa tecnologia ainda esteja ganhando corpo nos centros de saúde mais avançados, o impacto no dia a dia da recuperação dermatológica já começou. A mudança de uma medicina que apenas reage ao dano para uma que planeja a regeneração total coloca o tratamento de pele em um patamar muito mais humano. O especialista acredita que, em pouco tempo, o uso dessas biotintas será o caminho natural para qualquer cirurgia que exija um resultado impecável.

Ao unir a biologia com a tecnologia de ponta, a dermatologia moderna entrega esperança onde antes só existia a aceitação de uma marca indesejada. Com o aperfeiçoamento desses materiais, o termo defeito permanente está virando coisa do passado. Para Fábio Gontijo, o maior ganho desse progresso é a liberdade do paciente: "Ver uma pele se recuperar sem aquelas travas de uma cicatriz rígida é a prova de que a tecnologia, enfim, aprendeu a trabalhar do jeito que a natureza faz".

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Fonte: Dr. Fábio Gontijo — Dermatologista 

O avanço da medicina regenerativa acaba de romper uma barreira histórica com a consolidação da bioimpressão 3D de tecidos vivos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 11 milhões de pessoas sofrem queimaduras graves anualmente no mundo, e a grande maioria carrega as marcas físicas e emocionais de uma cicatrização ineficiente. A grande virada agora está no desenvolvimento de biotintas que misturam células do próprio paciente com colágeno, criando uma estrutura que não apenas cobre o ferimento, mas se integra ao corpo de forma natural, devolvendo a elasticidade e a sensibilidade que os métodos antigos não conseguiam resgatar.

Essa inovação representa o fim daquela escolha difícil que o paciente tinha que fazer entre se curar ou manter uma aparência preservada. O especialista explica que a bioengenharia atual consegue copiar a complexidade das camadas da pele com uma precisão microscópica, algo que nenhum material sintético foi capaz de fazer até hoje. "Estamos saindo da era dos 'remendos' para entrar na fase da reconstrução celular autêntica. O corpo entende que aquele novo tecido é dele mesmo, o que acaba com o risco de rejeição e deixa a cicatriz praticamente no passado", pontua o dermatologista Fábio Gontijo.

A aplicação prática dessa nova fronteira é gigante, indo do socorro a grandes queimados até o refinamento visual após a retirada de tumores em cirurgias oncológicas. Diferente daquelas cicatrizes grossas e endurecidas que costumam aparecer depois de traumas profundos, o tecido feito em impressoras 3D respeita o desenho original da pele. Na visão do médico, conseguir imprimir camadas sob medida para o tamanho exato da lesão muda completamente o estado emocional de quem precisa passar por procedimentos invasivos.

O segredo por trás dessa revolução é o uso de moldes biocompatíveis que guiam o crescimento das células exatamente onde o corpo precisa. O especialista reforça que o foco principal não é apenas fechar uma ferida, mas devolver a autoestima de quem convive com estigmas na pele. "A medicina finalmente entendeu que a pele é um órgão vivo e cheio de nuances. Ao replicar essa biologia em laboratório, conseguimos transformar o que seria uma marca eterna em uma memória quase invisível aos olhos", afirma.

Mesmo que essa tecnologia ainda esteja ganhando corpo nos centros de saúde mais avançados, o impacto no dia a dia da recuperação dermatológica já começou. A mudança de uma medicina que apenas reage ao dano para uma que planeja a regeneração total coloca o tratamento de pele em um patamar muito mais humano. O especialista acredita que, em pouco tempo, o uso dessas biotintas será o caminho natural para qualquer cirurgia que exija um resultado impecável.

Ao unir a biologia com a tecnologia de ponta, a dermatologia moderna entrega esperança onde antes só existia a aceitação de uma marca indesejada. Com o aperfeiçoamento desses materiais, o termo defeito permanente está virando coisa do passado. Para Fábio Gontijo, o maior ganho desse progresso é a liberdade do paciente: "Ver uma pele se recuperar sem aquelas travas de uma cicatriz rígida é a prova de que a tecnologia, enfim, aprendeu a trabalhar do jeito que a natureza faz".

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Fonte: Dr. Fábio Gontijo — Dermatologista 

O avanço da medicina regenerativa acaba de romper uma barreira histórica com a consolidação da bioimpressão 3D de tecidos vivos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 11 milhões de pessoas sofrem queimaduras graves anualmente no mundo, e a grande maioria carrega as marcas físicas e emocionais de uma cicatrização ineficiente. A grande virada agora está no desenvolvimento de biotintas que misturam células do próprio paciente com colágeno, criando uma estrutura que não apenas cobre o ferimento, mas se integra ao corpo de forma natural, devolvendo a elasticidade e a sensibilidade que os métodos antigos não conseguiam resgatar.

Essa inovação representa o fim daquela escolha difícil que o paciente tinha que fazer entre se curar ou manter uma aparência preservada. O especialista explica que a bioengenharia atual consegue copiar a complexidade das camadas da pele com uma precisão microscópica, algo que nenhum material sintético foi capaz de fazer até hoje. "Estamos saindo da era dos 'remendos' para entrar na fase da reconstrução celular autêntica. O corpo entende que aquele novo tecido é dele mesmo, o que acaba com o risco de rejeição e deixa a cicatriz praticamente no passado", pontua o dermatologista Fábio Gontijo.

A aplicação prática dessa nova fronteira é gigante, indo do socorro a grandes queimados até o refinamento visual após a retirada de tumores em cirurgias oncológicas. Diferente daquelas cicatrizes grossas e endurecidas que costumam aparecer depois de traumas profundos, o tecido feito em impressoras 3D respeita o desenho original da pele. Na visão do médico, conseguir imprimir camadas sob medida para o tamanho exato da lesão muda completamente o estado emocional de quem precisa passar por procedimentos invasivos.

O segredo por trás dessa revolução é o uso de moldes biocompatíveis que guiam o crescimento das células exatamente onde o corpo precisa. O especialista reforça que o foco principal não é apenas fechar uma ferida, mas devolver a autoestima de quem convive com estigmas na pele. "A medicina finalmente entendeu que a pele é um órgão vivo e cheio de nuances. Ao replicar essa biologia em laboratório, conseguimos transformar o que seria uma marca eterna em uma memória quase invisível aos olhos", afirma.

Mesmo que essa tecnologia ainda esteja ganhando corpo nos centros de saúde mais avançados, o impacto no dia a dia da recuperação dermatológica já começou. A mudança de uma medicina que apenas reage ao dano para uma que planeja a regeneração total coloca o tratamento de pele em um patamar muito mais humano. O especialista acredita que, em pouco tempo, o uso dessas biotintas será o caminho natural para qualquer cirurgia que exija um resultado impecável.

Ao unir a biologia com a tecnologia de ponta, a dermatologia moderna entrega esperança onde antes só existia a aceitação de uma marca indesejada. Com o aperfeiçoamento desses materiais, o termo defeito permanente está virando coisa do passado. Para Fábio Gontijo, o maior ganho desse progresso é a liberdade do paciente: "Ver uma pele se recuperar sem aquelas travas de uma cicatriz rígida é a prova de que a tecnologia, enfim, aprendeu a trabalhar do jeito que a natureza faz".

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Fonte: Dr. Fábio Gontijo — Dermatologista 

O avanço da medicina regenerativa acaba de romper uma barreira histórica com a consolidação da bioimpressão 3D de tecidos vivos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 11 milhões de pessoas sofrem queimaduras graves anualmente no mundo, e a grande maioria carrega as marcas físicas e emocionais de uma cicatrização ineficiente. A grande virada agora está no desenvolvimento de biotintas que misturam células do próprio paciente com colágeno, criando uma estrutura que não apenas cobre o ferimento, mas se integra ao corpo de forma natural, devolvendo a elasticidade e a sensibilidade que os métodos antigos não conseguiam resgatar.

Essa inovação representa o fim daquela escolha difícil que o paciente tinha que fazer entre se curar ou manter uma aparência preservada. O especialista explica que a bioengenharia atual consegue copiar a complexidade das camadas da pele com uma precisão microscópica, algo que nenhum material sintético foi capaz de fazer até hoje. "Estamos saindo da era dos 'remendos' para entrar na fase da reconstrução celular autêntica. O corpo entende que aquele novo tecido é dele mesmo, o que acaba com o risco de rejeição e deixa a cicatriz praticamente no passado", pontua o dermatologista Fábio Gontijo.

A aplicação prática dessa nova fronteira é gigante, indo do socorro a grandes queimados até o refinamento visual após a retirada de tumores em cirurgias oncológicas. Diferente daquelas cicatrizes grossas e endurecidas que costumam aparecer depois de traumas profundos, o tecido feito em impressoras 3D respeita o desenho original da pele. Na visão do médico, conseguir imprimir camadas sob medida para o tamanho exato da lesão muda completamente o estado emocional de quem precisa passar por procedimentos invasivos.

O segredo por trás dessa revolução é o uso de moldes biocompatíveis que guiam o crescimento das células exatamente onde o corpo precisa. O especialista reforça que o foco principal não é apenas fechar uma ferida, mas devolver a autoestima de quem convive com estigmas na pele. "A medicina finalmente entendeu que a pele é um órgão vivo e cheio de nuances. Ao replicar essa biologia em laboratório, conseguimos transformar o que seria uma marca eterna em uma memória quase invisível aos olhos", afirma.

Mesmo que essa tecnologia ainda esteja ganhando corpo nos centros de saúde mais avançados, o impacto no dia a dia da recuperação dermatológica já começou. A mudança de uma medicina que apenas reage ao dano para uma que planeja a regeneração total coloca o tratamento de pele em um patamar muito mais humano. O especialista acredita que, em pouco tempo, o uso dessas biotintas será o caminho natural para qualquer cirurgia que exija um resultado impecável.

Ao unir a biologia com a tecnologia de ponta, a dermatologia moderna entrega esperança onde antes só existia a aceitação de uma marca indesejada. Com o aperfeiçoamento desses materiais, o termo defeito permanente está virando coisa do passado. Para Fábio Gontijo, o maior ganho desse progresso é a liberdade do paciente: "Ver uma pele se recuperar sem aquelas travas de uma cicatriz rígida é a prova de que a tecnologia, enfim, aprendeu a trabalhar do jeito que a natureza faz".

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Fonte: Dr. Fábio Gontijo — Dermatologista